segunda-feira, 3 de setembro de 2007

juan puentes lança livro sobre horiyoshi 3 consagrado tatuador japonês que tatuou pra aizu kotetsu nos anos 60

O LEGACY, A TRADIÇÃO de HORIYOSHI 3 está em sua rede prolongada


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LEGACY, os Blurbs da TRADIÇÃO de HORIYOSHI 3
Sobre mim:
O Legacy é livro da fotografia por Juan Puente, documentando os tattoos surpreendentes de Horiyoshi 3. Quase dois anos em fazer, o projeto está completo e fora às impressoras. o livro é imprimir feito e apronta-se para compartilhar com o todos que ama a fotografia fina e o mais melhor de tattoos japoneses. Para mais detalhes você pode ir a www.horiyoshi3.com que o livro está agora disponível e a mais melhor maneira é ordem de dinheiro neste momento. É 250 para o livro e 20 para enviar nos Estados Unidos. Estão aqui o nome e o endereço a que para emitir as ordens de dinheiro. A caixa 92136 Long Beach do P.O. de Juan Puente ca. 90809 EUA PAYPAL É AGORA AVAIABLE. IR SOB pagamentos de classicjuan@earthlink.net vão ao mesmo endereço: classicjuan@earthlink.net

origens e honras

A Máfia é uma organização criminosa cujas atividades estão submetidas a uma direção colegial oculta e que repousa numa estratégia de infiltração da sociedade civil e das instituições. Pode-se também falar de sistema mafioso. Os membros são chamados mafiosi (no singular: mafioso).
O termo máfia é freqüentemente utilizado para designar toda e qualquer organização criminosa

Origens
A Máfia surgiu no sul da Itália na época medieval. Seus membros eram lavradores arrendatários de terras pertencentes a poderosos senhores feudais. Mas eles pretendiam dividir essas terras e, para isso, começaram a depredar o gado e as plantações. Quem quisesse evitar esse vandalismo deveria fazer um acordo com a máfia. Da Itália, a indústria da "proteção forçada" se espalhou para o mundo inteiro, em especial para os Estados Unidos.
Sobre a origem do nome, tem-se especulado muito; a versão mais corrente é de que a actual designação teria surgido durante a ocupação do reino de Napóles pela casa de Bourbon, aparentada com a casa real francesa: ter-se-ia feito ouvir o grito «Morte ala Francia, Italia anela!» (ou seja, «Morte à França, Itália avante!»). Da junção das primeiras letras de cada palavra num acrónimo teria resultado a palavra Máfia.
Na Itália existem diversas máfias, sendo mais conhecida a "Cosa Nostra" (em português "nosso assunto" ou "nossa coisa"), de origem siciliana. A Camorra, napolitana, e a N'drangheta,da Calábria são outras conhecidas associações mafiosas.

Operação "Mãos Limpas"
Em meados dos anos 80, a Máfia atuava até mesmo na esfera pública italiana. Empresários, políticos de diversos cargos e achacadores compunham um sistema sólido, ao qual resistir implicava sérios riscos. Mas a sociedade italiana não se deixaria dominar pelo crime organizado por tanto tempo. Os sistemas Penal e Jucidiário foram modificados e dotados de instrumentos mais duros de combate ao crime organizado. Durante a Operação "Mãos Limpas", centenas de mafiosos foram presos, levados a julgamento e condenados. Até mesmo o primeiro-ministro Giulio Andreotti foi acusado de envolvimento com mafiosos. A reação destes não tardou: 24 juízes e promotores foram assassinados enquando a Máfia era investigada. Embora ela não desaparecesse por completo, perdeu muito poder embora sua aura ainda seja preservada em filmes e histórias. Seu declínio é uma prova categórica da teoria defendida por muitos – a de que o crime organizado só é neutralizado mediante enérgicas ações do Estado e da sociedade. Algo muito diferente do que ocorre, por exemplo, com os traficantes de drogas do Comando Vermelho, no Rio de Janeiro.
Apesar do sucesso da operação Mãos Limpas no combate a máfia italiana, sabe-se contudo que a principal motivação desta operação foi a de desviar a atenção da opinião pública das graves denúncias que o dissidente Vladimir Bukovski trouxe dos Arquivos de Moscou.
Houve diversos mebros de mafias que se destacarm na história. Os famosos Dons e Capos, como eram conhecidos o pais das famílias. Em sua maioria eram de origem italiana. Entre eles se destacam:Al Capone ou ScarFace, Don Saro e Tomaso Buscetta.

Máfia Actual (Cenário Mundial)
A máfia, talvez por causa de lendas criadas ao longo da história, incentivou várias outras ao redor do mundo. Como bom exemplo, temos as máfias Japonesas, Alemãs, e recentemente foi descoberta as máfias Brasileiras. Mas a grande diferença desta, para as outras é que elas trabalham de forma conjunta, com apoios e reuniões. Até agora não se sabe muito sobre os objetivos das mesmas. Nomes: Don Vincenzo, Lord Walker e Kaiser Hepp. Portanto, se você souber de qualquer outra informação pertinente ao assunto, entrar em contato com possíveis autoridades especiais, e adicionar o seu conhecimento a Wikipédia, sem violar os termos de abuso.

O caso dos Cordopatri
Um caso bastante famoso que ilustra o poder e a influência da Máfia entre os italianos é o da calabresa Teresa Cordopatri. Seu pai, Domenico, lhe havia deixado como herança olivais que ela e seu irmão, Antonio, desejaram perpetrar, respeitando a tradição da família. Mas os mafiosos estavam de olho nas terras dos Cordopatri, e fizeram reiteradas ameaças a estes. A má vontade dos Cordopatri em tratar com os criminosos – eles não abriram mão de suas férteis terras, ao contrário de outros conterrâneos – acabou por condená-los ao isolamento, ou seja, ninguém gostaria, por óbvios motivos de segurança, de fazer negócios com gente que contrariava os interesses dos mafiosos. Inclusive, os bandidos coagiram Antonio a comparecer a uma reunião. Pouco depois de insultar, nessa reunião, Saverio Mammoliti (também conhecido como Don Saro e membro de uma das mais poderosas famílias mafiosas da Calábria e que perguntara quando Antonio venderia suas terras – por um décimo do valor de mercado), Antonio foi assassinado na frente de sua casa.
Remoída pela dor, Teresa fez a si mesma um juramento pelo qual não só aqueles criminosos seriam punidos, como a N'drangheta jamais colocaria as mãos nas terras dos Cordopatri. A persistência e a coragem de Teresa – mulher de fibra e força de vontade – foram recompensadas em 1992, quando Don Saro e vários outros membros do clã Mammoliti foram condenados a penas que variavam de 5 anos de prisão à prisão perpétua, caso de Francesco Mammoliti, filho de Saverio e mandante do assassinato de Antonio Cordopatri.

A Máfia na Itália
Cosa Nostra - Sicília
Camorra - Nápoles
N'drangheta - Calábria
Sacra Corona Unita - Puglia
Stidda - Sicília

A Máfia pelo mundo
Cosa Nostra Americana - EUA
Yakuza - Japão
Organizatsya - Rússia
Tríade - China

Filmes e séries sobre a Máfia
O Segredo da Cosa Nostra ("Villachi Paper")
Hana-bi - Fogos de Artifícios
Máfia no Divã
The Godfather (O Padrinho em Portugal, O Poderoso Chefão no Brasil)
Os Simpsons, legiada por Tony Gordo
Os Intocáveis
The Sopranos - Série de TV
Scarface
Os Bons Companheiros (Tudo bons rapazes em Portugal)
Snatch: Porcos e Diamantes
Bonanno
Lansky
Brother
Wiseguy - Série de TV
Mickey Olhos Azuis
Cassino
O Nome do Jogo
Bugsy (filme)
Jane Austen's Mafia! (1998)
Pulp Fiction: Tempo de Violência
Gotti - No Comando da Máfia
Honrados Mafiosos-Gay Talese
Desafio no Bronx
Donnie Brasco
Estrada para a perdição
Quando as metralhadoras cospem

Livros sobre a Máfia
Uma brasileira contra a Máfia
A cozinha da Máfia
Honra ou Vendetta
O Chefão - Mario Puzo
Adeus a Máfia - Pino Arlacchi
Donnie Brasco - Joseph D. Pistone
O testamento do Chefão
Os bons companheiros - Nicholas Pileggi


Arquivos para 'Juan Carlos Ramirez Abadia' Categoria
EUA atacam rede financeira de Abadia
Escrito por internethoje ligado 15th Agosto 2007
Tesouro norte-americano incluiu 23 pessoas e 23 empresas numa lista de traficantes.Eles vão ter bens bloqueados e não poderão fazer negócios com os EUA.
O departamento do Tesouro americano incluiu, nesta quarta-feira (16), 23 colombianos e 23 empresas do país ligados ao criminoso Juan Carlos Ramirez Abadia numa lista de traficantes de drogas

Estas pessoas e as empresas estão proibidas de fazer negócios com os Estados Unidos, e terão os bens congelados pelas autoridades americanas.
“No auge de sua carreira, Juan Carlos Ramirez Abadia foi um dos mais ricos e ativos traficantes de drogas da Colômbia”, disse o diretor do Tesouro dos EUA Adam J. Szubin. “Hoje ele está preso e sua rede financeira está sob ataque. Vamos continuar pressionando sua riqueza conquistada de forma ilegal até que ela desapareça”, completou.
Entre os 23 incluídos na lista de traficantes estão Hernan Felipe Ramirez Garcia, Jhon Jairo Ramirez Lenis, Sergio Alberto Ramirez Rivera e German Rosero Angulo, que ajudaram a formar a organização criminosa dirigida por Abadia.
Alvaro Barrera Marin e seu filho, Alvaro Enrique Barrera Rios, qua atuaram como “laranjas” em empresas em nome de Abadia também foram incluídos na lista.
Entre as empresas incluídas na lista estão a imobiliária APVA, de Cali, na Colômbia, a Campo a la Diversion, um parque em Valle, na Colômbia, a fazenda de criação de cavalos Criadero Santa Gertrudis, também na região de Valle, e a autopeças Ensambladora Colombiana Automotriz, de Barranquilla.
Prisão
Abadia foi preso no dia 7 na mansão dele, avaliada em R$ 2 milhões, na Aldeia da Serra, na Grande São Paulo, durante a Operação Farrapos. No dia 8, o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia autorizado o decreto de prisão com fins de extradição. Ele é acusado de mandar matar 15 pessoas nos Estados Unidos e outras 300 na Colômbia.
O colombiano envolveu-se com o tráfico de drogas em 1986 e hoje é o líder do cartel de drogas no Vale Norte da Colômbia. Em 1996 ele foi preso e cumpriu quatro anos e três meses de detenção pelo envio de 30 toneladas de cocaína para os Estados Unidos.
Abadia comandava uma organização criminosa que revendia cocaína na Europa e nos Estados Unidos. O dinheiro angariado na venda era retirado dos EUA por meio do México e de lá, transferido para o Uruguai, país de ramificação com as empresas laranjas do colombiano no Brasil. As empresas de exportação, embarcações e imóveis faziam negócios no Uruguai, tornando lícito o dinheiro da droga.
O colombiano confessou à Polícia que trouxe US$ 16 milhões para viver com conforto no Brasil. Em sua residência na Grande São Paulo, foram encontrados US$ 544 mil, 250 mil euros e R$ 55 mil, que estavam em cofres e em compartimentos sigilosos, como caixas de som. Além de dinheiro, havia jóias e relógios de grife.
Fonte:G1
Enviado em Investigação, Trafico, EUA, Policia federal, Americanos, Juan Carlos Ramirez Abadia, estados unidos, Investigation, Colombia, Bush, News, America, Internacional, America Latina, National, General Nenhum comentário »
Policia Federal desenterra US$ 952 mil e € 420 mil de colombiano em Campinas
Escrito por internethoje ligado 10th Agosto 2007
A Polícia Federal (PF) apreendeu, no início da noite de quinta-feira (10), US$ 952 mil e 420 mil euros que pertenceriam ao traficante Juan Carlos Ramirez-Abadia em uma casa na região de Campinas, a 95 km de São Paulo. Somados, o valor chega a quase R$ 3 milhões. Em janeiro, a polícia colombiana encontrou US$ 81 milhões (cerca de R$ 160 milhões) enterrados em um imóvel do traficante na Colômbia.O objetivo da operação realizada pela PF era desmantelar uma das ramificações da organização liderada por Abadia, acusado de ser o maior traficante das Américas. Os agentes vasculharam casas de pessoas supostamente ligadas ao colombiano que está preso na sede da PF na Capital, no Bairro da Lapa, Zona Oeste da cidade. Duas pessoas foram detidas.
Abadia teria revelado aos policiais que escondia dinheiro em condomínios fechados naquela cidade. Entre os detidos estariam uma colombiana e uma brasileira. Não há informações sobre apreensão de droga. Os dois detidos chegaram na madrugada desta sexta-feira (10) à sede da PF.
Condomínio em Campinas, no interior de SP, onde foram realizadas buscas pela Polícia Federal. (Foto: Reprodução/EPTV)
Pedido da Colômbia
Enquanto seguem as investigações em São Paulo, autoridades colombianas querem ouvir Abadia no Brasil. O pedido já foi feito à Justiça brasileira. A permanência do traficante na sede da PF em São Paulo é motivo de preocupação. Por isso, a qualquer momento ele pode ser levado para um presídio de segurança máxima no Paraná, em Mato Grosso do Sul ou em Presidente Bernardes, a 589 km de São Paulo.Abadia, tambéEle carrega a fama de ter assumido o lugar de Pablo Escobar, chefe do cartel de Medellín, morto em 1993. m conhecido por “Chupeta”, era um dos traficantes mais procurados do mundo. A recompensa por sua prisão vale, segundo autoridades norte-americanas, US$ 5 milhões.
Desde o dia da prisão, na terça-feira (7), Ramirez-Abadia já foi interrogado duas vezes. No depoimento desta quinta, ele disse que aceita colaborar com as investigações desde que tenha benefícios no caso de uma condenação. É a chamada delação premiada. A operação realizada na região de Campinas seria fruto da colaboração de Abadia.
Abadia teria revelado aos policiais que escondia dinheiro em condomínios fechados naquela cidade. Entre os detidos estariam uma colombiana e uma brasileira. Não há informações sobre apreensão de droga. Os dois detidos chegaram na madrugada desta sexta-feira (10) à sede da PF.
A PF identificou 16 empresas que podem ter sido usadas para lavar o dinheiro do tráfico de drogas, entre a Colômbia e os Estados Unidos. Uma delas é um escritório de importação e exportação em Pinheiros, na Zona Sul da Capital, que está trancado e com dois cães soltos no estacionamento. As investigações mostraram ainda que o colombiano tentava abrir uma empresa da táxi aéreo no país.
No Brasil, Ramirez-Abadia é processado por lavagem de dinheiro. A PF diz que ele não se afastou dos traficantes colombianos. “Ele estava aqui para lavagem de dinheiro. Mas ele não deixou de participar do grupo que vinha traficando”, disse Jaber Saad, superintendente da PF.
Prisão preventiva
A polícia também pediu a prisão preventiva de 12 pessoas envolvidas com o traficante. Uma delas é a mulher de Ramirez-Abadia.
A organização liderada por Abadia vendia cocaína na Europa e nos Estados Unidos, onde possuía ampla rede de distribuição. O dinheiro obtido na venda era retirado dos EUA através do México, enquanto o lucro da droga distribuída aos europeus saía do continente por meio da Espanha.
Do México e da Espanha, o dinheiro era transferido para o Uruguai. Era aí que entravam em ação as empresas “laranjas” de Abadia no Brasil. As empresas, dos mais diferentes ramos, como comércio exterior, embarcações, e imóveis, faziam negócios no Uruguai, tornando lícito o dinheiro que entrava no Brasil.
Já dentro do país, o traficante investia em imóveis (hotéis e mansões), na indústria e na aquisição de carros.
Fonte :G1
Enviado em Trafico, EUA, Território, Investigation, Assalto, Investigação, Juan Carlos Ramirez Abadia, Policia Civil, Alerta, Policia federal, Policia, Brasil, America, Crime, Alert, Local, Internacional, National, Colombia, America Latina, Police, General Nenhum comentário »
Colombiano preso levava vida de milionario.
Escrito por internethoje ligado 9th Agosto 2007
A casa em que morava o traficante Juan Carlos Ramirez-Abadía, o Chupeta, preso pela Polícia Federal na madrugada de terça-feira (7/08), é confortável e equipada.
Veja os detalhes da mansão onde residia.
Fonte: G1
Enviado em Policia federal, Assalto, EUA, Alerta, Americanos, Juan Carlos Ramirez Abadia, Policia Civil, Policia, São Paulo, Alert, People, America, National, America Latina, Police, Internet Nenhum comentário »
Traficante preso no Brasil tinha enterrado fortuna pessoal de US$ 81 milhões
Escrito por internethoje ligado 8th Agosto 2007
Dinheiro foi apreendido no começo do ano, na Colômbia.‘Chupeta’ estava entre os 12 traficantes mais procurados do mundo.
O traficante colombiano Juan Carlos Ramirez-Abadía, preso nesta terça-feira (7) em São Paulo, amealhou uma fortuna de US$ 81 milhões (cerca de R$ 160 milhões) que estava enterrada na Colômbia. O dinheiro foi descoberto, e apreendido, pela polícia colombiana em janeiro deste ano.
Em entrevista ao G1, o diretor-geral da Polícia Nacional da Colômbia, Oscar Adolfo Naranjo Trujillo, felicitou as autoridades brasileiras e disse que “Chupeta”, como o criminoso é mais conhecido, estava entre os 12 traficantes mais procurados do mundo.
“No dia 15 de janeiro deste ano apreendemos US$ 81 milhões que estavam enterrados em depósitos clandestinos. O dinheiro era uma espécie de reserva familiar de ‘Chupeta’. É algo faraônico, uma reserva sem precedentes”, afirmou.

Divulgação
Oscar Adolfo Naranjo Trujillo, diretor-geral da Polícia Nacional da Colômbia (Foto: Divulgação)
Contente por ter sido informado da detenção do narcotraficante, Naranjo disse que a captura do colombiano acaba com uma “longa trajetória criminosa”.
“Ele tem 45 anos e está no tráfico há mais de 20 anos. É um personagem chave no cartel de Cali.”
Segundo Naranjo, “Chupeta” será extraditado diretamente para os Estados Unidos, porque a ordem de captura foi emitida por uma corte de Nova York. Ao ser perguntado se não preferiria que o traficante fosse julgado na Colômbia, ele disse que “o importante é que ele seja preso”.
“Reconhecemos que o narcotráfico é um delito transnacional que afeta distintas nacionalidades. O importante é que ele esteja preso e seja julgado. E o país que mais tem processos contra ele é que deve julgá-lo. O processo judicial dos Estados Unidos é consiste e certamente significará uma condenação para ele”, disse o diretor-geral.
Naranjo afirmou ainda que as autoridades colombianas estavam buscando “Chupeta” desde abril de 2004, e que ele fugiu para o Brasil por causa da grande ofensiva que está sendo realizada no país contra os traficantes.
“As informações dos serviços de inteligência diziam que ele estava se movendo entre o Brasil, Equador e Argentina há vários meses. Houve uma colaboração entre as autoridades colombianas, brasileiras e norte-americanas que resultou na sua captura.”
Para Naranjo, “Chupeta” estaria no Brasil para lavar dinheiro e dar continuidade às suas atividades ilegais.
“Certamente ele foi buscar uma maneira de lavar dinheiro por meio da compra e venda de imóveis. Ainda assim, as investigações mostraram que ele seguia traficando cocaína para os Estados Unidos com ajuda do seu pessoal aqui na Colômbia.”

mansão de juan carlos

Conheça os detalhes da mansão do traficante colombiano Chupeta
Juan Carlos Abadía foi preso em sua casa em Aldeia da Serra na terça-feira (7).Mansão possui academia de ginástica completa e sauna.
Do G1, em São Paulo


João Clara/Diário de S. Paulo
Mansão era avaliada em mais de R$ 2 milhões, diz PF(Foto: João Clara/Diário de S. Paulo)
A casa em que morava o traficante Juan Carlos Ramirez-Abadía, o Chupeta, preso pela Polícia Federal na madrugada de terça-feira (7), é confortável e equipada. A mansão, que fica em um condomínio de luxo em Aldeia da Serra, na Grande São Paulo, é avaliada em mais de R$ 2 milhões, segundo a Polícia Federal.Veja as fotos das mansão do traficante colombianoDe acordo com a PF, o colombiano montou a mansão com tudo à mão porque evitava sair de casa. Vizinhos notavam que Abadía era reservado, mas não desconfiavam que era traficante.A maioria dos cômodos possui televisores de plasma. Em uma das salas, há uma TV de plasma de 72 polegadas com home theater.No quintal da mansão, uma bela piscina e uma sauna. A casa conta também com uma academia de ginástica completa, com vários tipos de equipamentos de musculação.

O traficante confessou à polícia que trouxe com ele US$ 16 milhões em dinheiro para viver com conforto no Brasil. Em sua residência na Grande São Paulo, foram encontrados US$ 544 mil, 250 mil euros e R$ 55 mil, que estavam em cofres e em compartimentos sigilosos, como caixas de som. Além de dinheiro, havia jóias e relógios de grife.

O esquema
A organização criminosa liderada por Juan Carlos Abadía vendia cocaína na Europa e nos Estados Unidos, onde possuía ampla rede de distribuição. O dinheiro obtido na venda era retirado dos EUA através do México, enquanto o lucro da droga distribuída aos europeus saía do continente por meio da Espanha.Do México e da Espanha, o dinheiro era transferido para o Uruguai. Era aí que entravam em ação as empresas laranjas de Abadia no Brasil. As empresas, dos mais diferentes ramos, como comércio exterior, embarcações, e imóveis, faziam negócios no Uruguai, tornando lícito o dinheiro que entrava no Brasil. Já dentro do país, o traficante investia em imóveis (hotéis e mansões), na indústria e na aquisição de carros. O delegado Fernando Francischini disse que a pedido da PF, o Banco Central enviou aos investigadores mais de 140 páginas de informações sobre contas bancárias dos laranjas que serviam ao traficante. Ele não soube precisar o número correto de contas bancárias envolvidas no esquema.
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estima se que na colombia sua fortuna chegue a miseros 2,5 bilhoes de dolares!!!!

juan carlos ramirez abadia


Juan Carlos Ramírez Abadía, vulgo "Chupeta", (Palmira, 16 de fevereiro de 1963) é um traficante de drogas colombiano.
Considerado pelo FBI como o segundo homem mais perigoso do mundo depois de Osama Bin Laden, é acusado de mais de trezentos assassinatos na América Latina e mais de quinze nos Estados Unidos.
Ramírez está envolvido com tráfico de entorpecentes desde 1986, e é líder do importante cartel de drogas do Valle del Norte na Colômbia. Foi preso em março de 1996 e cumpriu quatro anos e três meses por enviar 30 toneladas de cocaína aos Estados Unidos.
Conforme o governo dos Estados Unidos, o traficante movimentou mais de um bilhão de dólares em dez anos com o envio de, pelo menos, mil toneladas de cocaína para o mercado norte-americano.[1]




Captura e recompensa
No dia 7 de agosto de 2007, em operação sob o comando da Polícia Federal (PF), intitulada "Operação Farrapos", Ramírez foi preso na Grande São Paulo, num condomínio fechado em Aldeia da Serra. Em sua casa foram apreendidas uma coleção de relógios de grife e significativa quantia de dinheiro. Ramírez era procurado pela Drug Enforcement Administration (DEA), agência estadunidense de controle de tráfico e lavagem de dinheiro.
O governo estadunidense oferecia a recompensa de cinco milhões de dólares (cerca de 9,7 milhões de reais) pela captura do traficante. A direção da PF afirmou, porém, não querer o prêmio. O argumento foi de que o combate ao narcotráfico e à lavagem de dinheiro é uma atribuição constitucional da Polícia Federal, e não pode, portanto, estar atrelada a interesses financeiros

quinta-feira, 26 de julho de 2007

um comentario

Estágio do PCC é "pré-mafioso", diz analista
FERNANDO CANZIAN

25/07/2007
Especialistas afirmam que demonstrações de poder e entrelaçamento com setores do Estado aproximam facção da Máfia e dos cartéis
O PCC (Primeiro Comando da Capital) já pode ser considerado uma organização "pré-mafiosa", um embrião similar às estruturas criminosas italianas e colombianas, conhecidas na América Latina como cartéis.Segundo especialistas ouvidos pela Folha, a demonstração de força do PCC nos últimos dias ressaltou os dois principais elementos que caracterizam as estruturas mafiosas: o controle territorial e os tentáculos estendidos para dentro do Estado.No primeiro ponto, dizem, ficou patente o controle que o PCC exerce de dentro dos presídios -ironicamente o local construído justamente para tirar seus membros de circulação.Além disso, haveria um controle territorial e social crescente em São Paulo, já que dezenas de ataques foram coordenados sem que tivessem sido denunciados ou rechaçados a tempo.No segundo caso, além da já conhecida conivência de policiais e carcereiros com membros encarcerados do PCC, os especialistas acreditam que houve "de fato" um acordo entre a facção e as autoridades paulistas para pôr fim aos ataques. O comando da organização, portanto, conseguiria hoje "dar ordens" às autoridades."As máfias e cartéis estão apenas alguns passos à frente. O Brasil está em um nível intermediário, e não apenas com o PCC. É só olhar o controle que algumas organizações exercem no Rio", afirma o norte-americano William Perry, ex-diretor do Conselho de Segurança Nacional para assuntos de América Latina no governo de Ronald Reagan (1981-1989) e hoje editor da "Jane's Latin America", uma das principais publicações do mundo sobre geopolítica e assuntos policiais."Amendoins e macacos"Perry diz que o "entrelaçamento" entre facções criminosas e policiais no Brasil é um passo importante na direção a um estágio mais avançado na consolidação das máfias. Ele critica a forma como a polícia é tratada no país, o que favoreceria a corrupção."If you pay them peanuts, you get monkeys [Se você paga com amendoins, recebe macacos]", afirma, por exemplo, sobre os salários de policiais. A média mensal na PM paulista é de R$ 1.200.Thomaz Costa, professor de Assuntos de Segurança Nacional do Centro de Estudos para Defesa do Hemisfério, de Washington, acredita que o PCC ainda esteja no "primeiro estágio" no caminho que leva à formação das máfias."Já há uma violência aberta que desafia as autoridades a barganhar com o crime", afirma. "No segundo estágio, o crime deve se sobrepor à área de atuação do Estado, o que é muito caro."Mesmo no caso das favelas cariocas, Costa lembra que não são necessariamente as facções criminosas que fornecem alguns serviços à população, "mas são elas que autorizam a atuação do Estado dentro desses territórios".Controle territorial e políticoO que ainda mantém o PCC e outras facções no estágio "pré-máfia" é também a extensão do controle territorial e político.No caso italiano, por exemplo, mafiosos famosos como Salvatore ("Totó") Riina e Bernardo Provenzano (preso em abril) chegaram a controlar partes do poder político e comandaram a eliminação de juízes ao longo dos anos.Mas, assim como deseja Marcos Willians Camacho, o Marcola, líder do PCC, vários "capos" italianos controlavam prisões no país. Da mesma forma, o PCC também ensaia "eliminar" autoridades, como no caso do assassinato do juiz-corregedor de Presidente Prudente, Antônio Machado Dias, morto em emboscada encomendada pela facção em 2003.Já o controle territorial é muito tênue em São Paulo (e maior no Rio), diferentemente do que ocorria na Sicília (onde Provenzano viveu quase 43 anos e "Totó" Riina 23 "foragidos") e na Colômbia.Antes de ser morto, em dezembro de 1993, o chefe do cartel de Medellín, Pablo Escobar, chegou a controlar uma região inteira na Colômbia, sarcasticamente batizada como "Tranqüilândia". Era a principal área de refino da coca.Escobar também construiu para si uma "prisão", chamada "La Catedral". Foi erguida muito mais para Escobar se refugiar dos agentes da DEA (a agência antidrogas norte-americana) e de uma extradição para os EUA do que para cumprir uma condenação.A inglesa Caroline Moser, pesquisadora do Overseas Development Institute e estudiosa de gangues e traficantes na América Latina, afirma que, além da droga, os criminosos colombianos alimentavam suas atividades com "discursos políticos e culturais".No caso brasileiro, o problema seria "mais econômico", mas com potencial para "migrar" para a política e para outros ramos."Rumo ao Estado mafioso"O professor de direito penal Walter Maierovitch, presidente do Instituto Brasileiro Giovanni Falcone (em referência ao juiz italiano assassinado pela máfia em 1992), afirma, no entanto, que organizações como o PCC hoje "já edificam as estruturas para a formação de um Estado mafioso".Ele cita dois exemplos correlatos que mostram essa "evolução".O primeiro é o fato de a lei brasileira não exigir mais "laudos técnico-científicos" sobre a periculosidade dos presos. Basta um atestado de bom comportamento do diretor dos presídios. No caso paulista, dominados pelo PCC.O segundo estaria na própria base de funcionamento do sistema progressivo de execução penal. Cumpridos um sexto da pena em regime fechado (e juntando-se a isso o atestado de bom comportamento), os prisioneiros têm direito ao regime semi-aberto e, depois de mais um sexto da pena nele, ao regime aberto.

prisão integrante mafia calabresa

Os carabinieri italianos capturaram, anteontem à noite, um importante chefe da máfia calabresa, Giuseppe Bellocco, que integrava a lista dos 30 fugitivos mais perigosos de Itália.Bellocco, 59 anos, era procurado desde 1997, acusado de homicídio, associação criminosa e tráfico de droga. A máfia calabresa é considerada, por alguns especialistas, como a mais poderosa das organizações criminosas italianas, especialmente por causa do tráfico de cocaína, do qual tem quase o monopólio na Europa.Implantada no sul de Itália, espalhou-se para outros países, como Espanha e Alemanha, e também possui ramificações na Colômbia, no Canadá e na Austrália. Entretanto, a polícia italiana desencadeou, ontem, uma vasta operação na região de Bari, a sudoeste, com o objectivo de desmantelar dois clãs mafiosos responsáveis por vários ajustes de contas sangrentos na região de Puglia, segundo a agência Ansa.Mais de uma centena de polícias procederam a detenções e revistas a casas à procura de provas contra uma dezena de pessoas procuradas por envolvimento em tiroteios entre membros dos clãs Rizzo e Capriati, cujos quartéis-generais se localizam na região.Entre Fevereiro e Junho de 2004, Bari foi palco de diversos ajustes de contas a tiros de metralhadora, um dos quais - que ficou conhecido como massacre de San Girolamo - provocou a morte a duas pessoas e ferimentos graves numa outra. Durante outro tiroteio, vários transeuntes foram mortos, entre os quais uma menina de três anos